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Calcule o limite: limx→2 (x² - 4)/(x - 2)
Por que a resposta é b) 4?
Quando substituímos x = 2 diretamente, obtemos:
Encontramos uma indeterminação! Vamos resolver fatorando o numerador:
Substituindo na expressão original:
A simplificação nos mostra que, quando x se aproxima de 2, a função se aproxima de 4.
Para quais valores de k a função f(x) = (x² - k)/(x - 3) é contínua em x = 3?
Por que a resposta é a) k = 9?
Para a função ser contínua em x = 3, precisamos resolver o problema do denominador que se anula:
Para que a função seja contínua nesse ponto, o numerador também deve ser zero quando x = 3, criando uma indeterminação removível:
Quando k = 9, podemos simplificar a função para valores de x ≠ 3:
E agora podemos calcular o limite quando x → 3:
Portanto, para k = 9, podemos definir f(3) = 6 e a função se torna contínua.
Calcule a derivada da função f(x) = (3x² + 2x)/(x + 1) em x = 0.
Por que a resposta é a) 2?
Para calcular a derivada dessa função racional, usamos a regra do quociente:
Calculando as derivadas das partes:
Substituindo na fórmula:
Desenvolvendo o numerador:
Agora, calculamos f'(0) substituindo x = 0:
Encontre os pontos de máximo e mínimo locais da função f(x) = x/(x² + 1).
Por que a resposta é a) Máximo em x = 1 e mínimo em x = -1?
Para encontrar os pontos de máximo e mínimo, primeiro calculamos a derivada:
Os pontos críticos ocorrem quando f'(x) = 0:
Para classificar os pontos, verificamos o comportamento da derivada:
Em x = -1, a função muda de decrescente para crescente, indicando um mínimo local.
Em x = 1, a função muda de crescente para decrescente, indicando um máximo local.
Calcule a integral indefinida: ∫ (2x + 3)/(x² + 1) dx
Por que a resposta é a) ln|x² + 1| + 3·arctg(x) + C?
Para resolver essa integral, primeiro separamos a fração em termos mais simples:
Agora, integramos cada parte separadamente:
Para a primeira parte, usamos a substituição u = x² + 1, du = 2x dx:
Para a segunda parte, reconhecemos um padrão de integração conhecido:
Combinando os resultados:
Onde C = C₁ + C₂ é a constante de integração.
Calcule o valor da integral definida: ∫01 x/(x² + 1) dx
Por que a resposta é a) ln(2)/2?
Para resolver essa integral definida, usamos a substituição u = x² + 1:
Alterando os limites de integração:
Reescrevendo a integral em termos de u:
Calculando a integral:
Como ln(1) = 0 e ln(2) ≈ 0,693, temos ln(2)/2 ≈ 0,347.
Qual técnica é mais adequada para resolver a integral ∫ (3x² - 2x + 5)/(x - 1)² dx?
Por que a resposta é e) Divisão polinomial seguida de integração direta?
A escolha da técnica adequada depende da estrutura da expressão. Vamos analisar:
Estas características indicam que a divisão polinomial é o melhor primeiro passo. Vamos executá-la:
Agora, podemos integrar termo a termo, o que é muito mais simples:
Combinando todos os termos:
Calcule a área entre a curva y = 1/(1 + x²) e o eixo x no intervalo [0, 1].
Por que a resposta é b) π/4?
Para calcular a área sob uma curva, usamos a integral definida:
Esta é uma integral fundamental que aparece frequentemente no cálculo. Sua primitiva é:
Aplicando os limites de integração:
Sabendo que arctg(1) = π/4 e arctg(0) = 0:
Para a função f(x) = x/(x² + 1) no ponto P(1, 1/2), determine a equação da reta tangente e da reta normal.
Por que a resposta é b) Reta tangente: y = 0·x + 1/2; Reta normal: x = 1?
A reta tangente a uma curva tem inclinação igual à derivada da função naquele ponto. Vamos calcular f'(1):
Substituindo x = 1:
A inclinação da reta tangente é 0, o que significa que é uma reta horizontal. Sua equação é:
A reta normal é perpendicular à tangente. Como a tangente tem inclinação 0, a normal tem inclinação infinita, ou seja, é uma reta vertical:
Portanto, a reta tangente é y = 1/2 e a reta normal é x = 1.
Quais são as características do gráfico da função f(x) = (x² - 4)/(x - 1)?
Por que a resposta é a) Possui assíntota vertical em x = 1 e assíntota oblíqua em y = x + 1?
Para analisar as assíntotas de uma função racional, fazemos como detetives matemáticos: procuramos pistas específicas!
Para assíntotas verticais, verificamos onde o denominador se anula:
Isso significa que a função "dispara" para o infinito (positivo ou negativo) quando x se aproxima de 1, como um foguete vertical!
Para descobrir se temos assíntotas horizontais ou oblíquas, fazemos uma divisão polinomial:
Quando |x| fica muito grande (tende ao infinito), o termo -3/(x-1) fica minúsculo e se aproxima de zero. Assim:
Em resumo, a função tem: